terça-feira, 19 de janeiro de 2010

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010


"O amor é a maior de todas as virtudes. É o mais santo de todos os remédios. É a cura e a esperança, é a segurança, é o bem que mais precisamos, o mais procurado e, paradoxalmente, o mais temido dos sentimentos. O amor nos desarma e nos deixa acessíveis ao outro. Por essa razão temos certas reticências em relação a determinadas pessoas. Passar por cima do feio, do que não gostamos, não aprovamos exige de nós um coração aberto e sem reservas.
Difícil amar pessoas amargas, que possuem corações com portas e janelas fechadas. Difícil ir além do sentimento humano e alcançar o sentimento dos anjos, pegar nos braços quem não amamos de abraço sincero sem medo de rejeição. Portanto, é isso que Deus deseja de nós, porque se agimos de forma a negar ao nosso coração o que a ele parece natural, nos tornamos pessoas iguais, ou pelo menos no mesmo caminho que tanto queremos evitar."
Leticia Thompson

"Quando tua alma parecer pequena,
Mesmo quando achar
Que amar não mais vale a pena...
Abra teu coração!
E quando a noite chegar
E a solidão te alcançar,
Ainda assim, eu peço...
Abra teu coração!
Vou te contar um segredo:
Um coração só abre por dentro
E só o dono tem a chave!
E se ele se fecha ou se abre
Depende unicamente de ti.
Abra!
Tire as mágoas,
Jogue fora as tristezas,
Deixe somente
doces lembranças...
E faça um lugarzinho
Pra acolher as belezas
Que a vida te reserva.
Tenho certeza
Que a ternura vai fluir.
Teu coração renovado
Será fonte de alegria,
E será maravilhoso
te ver sorrir."
Leticia Thompson

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

E a Vida Vai....E a Vida Vem....

DOR


Há uma dor que m’atravessa
E fere, profunda,
Sangrando a alma
Que verte rubis
E se veste de negro,
Em que o coração grita,
Raivoso e desequilibrado,
Atravessando a distância
E quedando-se a teus pés.

Há a lembrança do teu toque
E o gosto dos teus beijos,
O cheiro do teu corpo,
Que m’inquieta, perturba,
E a vontade louca
De extinguir
A distância do caminho.

Há a solidão, o vazio,
Companheiros fiéis da tortura
Que teima em não te ter
Neste ermo local
Onde habito abandonada.

Há a esperança libertina
Que m’alimenta e suga a dor
Na expectativa de te ter só meu…

Há… a saudade! (Vera Sousa Silva)